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  • Reunidas na manhã desta sexta (4), as centrais sindicais (CTB, CSB, CUT, Intersindical, Nova Central e UGT) e o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) avaliaram os atos do 1º de Maio pelo Brasil e já indicaram nova ações para dar continuidade à luta.

    “Mesmo diante de uma conjuntura tão adversa e com forte ofensiva da oposição, os atos do 1º de Maio, espalhados pelo Brasil, ganharam forte dimensão. O que uniu a classe trabalhadora em um ato histórico das centrais sindicais em Curitiba foi a luta contra os efeitos de um projeto nefasto contra os direitos, os ataques ao movimento sindical e a prisão de Lula, maior líder político deste país”, destacou Adilson Araújo.

  • Meus amigos, minhas amigas, o Brasil vive esse 1º de maio com tristeza mas esperança.

    É com tristeza que vivemos um momento onde a nossa democracia está incompleta, com um presidente que não foi eleito pelo povo no poder. O desemprego cresce e humilha o pai de família e a dona de casa. Em uma força de trabalho superior a 100 milhões de pessoas, apenas 33 milhões têm carteira assinada, o número mais baixo em 6 anos.

    Uma multidão de mais de 13 milhões está desempregada e outros tantos milhões em subempregos ou na informalidade. O país sofreu com a reforma do governo Temer o mais duro golpe nos direitos conquistados pelos trabalhadores ao longo do século XX.

  • A líder do PCdoB no Senado, Vanessa Grazziotin (AM), defendeu a paz e democracia ao participar das atividades do 1º de maio da Resistência, em defesa da liberdade do ex-presidente Lula e pela volta dos direitos trabalhistas, em Curitiba, nesta terça-feira (1º/5).

    “Estamos dando uma bela transformação de paz e de gente pacífica, que mesmo com tanta injustiça não levanta uma arma e não atira uma bala em quem quer que seja (…) São as bandeiras vermelhas ao lado das bandeiras do Brasil e das bandeiras brancas, da paz”, ressaltou.

  • “Neste 1º de maio somos as vozes de todas as centrais sindicais para dizer que a nossa luta em defesa da liberdade do ex-presidente Lula é a luta em defesa do desenvolvimento do Brasil”, enfatizou a pré-candidata do PCdoB à Presidência da República, Manuela D’Ávila em saudação às milhares de pessoas que participavam do ato unificado das sete maiores centrais sindicais do Brasil (CTB, CUT, Força Sindical, NCST, UGT, CSB e Intersindical), neste 1º de Maio da Resistência, em Curitiba.

  • Foto: Karla Boughoff / PCdoBFoto: Karla Boughoff / PCdoBA pré-candidata do PCdoB à Presidência da República, Manuela D’Ávila participou do ato “1° de Maio da Resistência”, na Praça da República, região central de São Paulo e lembrou que a 800 metros dali ocorreu uma fatalidade na madrugada dessa terça-feira (1º).

    Para Manuela, com a intenção de criminalizar os movimentos de luta pela moradia, estão circulando mensagens responsabilizando os ocupantes do prédio que pegou fogo no Centro de São Paulo. “Moradores que lutam e buscam um lugar para dormir tranquilo à noite”, enfatizou Manuela. “Eles viveram uma grande tragédia e estão dizendo que a culpa era deles”, protestou a pré-candidata comunista.

  • Em todo o país ocorreram manifestações para marcar o 1º de maio, Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, que este ano foi marcado pela defesa da liberdade do ex-presidente do Lula.

    O tom de protesto dominou os atos na maioria dos estados brasileiros - os manifestantes pediram a revogação da reforma trabalhista e uma política econômica com valorização do trabalho e que crie empregos.

  • Após discursar em São Paulo, o presidente da CTB, Adilson Araújo, seguiu para Curitiba onde acontecerá o ato unificado das centrais sindicais.

    Na capital paulista, a manifestação de 1° de Maio segue agora com ato político e participação de lideranças dos movimentos sociais e sindical.

  • A Federação Sindical Mundial (FSM), em nome de seus mais de 92 milhões de filiados em todo o mundo, saúda este dia a todos os trabalhadores que vivem, trabalham e lutam em todos os cantos do mundo. O Primeiro de Maio foi, é e será um guia para as lutas de ontem e de amanhã. O primeiro de maio deve ser uma mensagem de resistência contra a burguesia, os imperialistas e as políticas de suas alianças internacionais.

    Ao mesmo tempo, o sangue dos trabalhadores que foi derramado em Chicago em 1886 nos lembra de nosso dever hoje; nos lembra que nada é dado de graça; todo direito ou liberdade que foi conquistado por nossa classe foi conquistado através de sacrifícios, confrontações e lutas organizadas.

  • Nunca antes na história deste país a classe trabalhadora brasileira viveu um 1º de maio tão triste. O último levantamento da Pnad, pesquisa nacional do IBGE, divulgada na semana passada, mostrou que o Brasil perdeu 1,5 milhão de postos de trabalho em apenas um trimestre, e 1,3 milhão de brasileiros ficaram desempregados no mesmo período.

    Some-se à tragédia do desemprego, a prisão do ex-presidente Lula, maior liderança da classe trabalhadora, que ganhou protagonismo nacional por sua atuação no movimento sindical e se tornou o primeiro operário a conquistar a presidência da República - e a deixou com 87% de aprovação popular. O ex-presidente está preso há 24 dias, vítima de uma feroz perseguição política.

  • Como ferramenta de luta e mobilização, a CTB disponibiliza nesta quarta (25) para toda sua base materiais gráficos que podem ser baixados e utilizados nos atos.

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  • "Estamos diante de um escandaloso assalto à democracia. A agenda do governo é destruir nossa soberania e entregar nosso patrimônio. A luta pela liberdade de Lula é também a luta contra um projeto fascista e de brutal retirada de direitos", afimrou o presidente da CTB, Adilson Araújo, durante coletiva à imprensa, em Curitiba, nesta quarta-feira (18).

    Ele lembrou que "o 1º de Maio unificado reflete o comprometimento das centrais sindicais e da classe trabalhadora com os rumos do país. Não haverá um Brasil forte, com crescimento e mais justo nos marcos do projeto que tomou de assalto nossa democracia. A prisão de Lula é política e por trás dela está o projeto de Brasil sem direitos, sem liberdade e que amplia a fome e pobreza do nosso povo".

  • Em uma iniciativa inédita e histórica, as Centrais Sindicais CTB, CUT, FS, UGT, NCST, CSB e Intersindical aprovaram em reunião na última quinta-feira (12/04) um ato de 1º de Maio unitário, de caráter nacional, em Curitiba, para demonstrar apoio ao ex-presidente Lula.

    As circunstâncias que conduziram as entidades nacionais a este ineditismo - nunca houve um ato de Dia do Trabalhador unitário desde a legalização das centrais em 2008 - teve um fator desencadeador que a foi a prisão política de Lula.

  • Em uma iniciativa inédita e histórica, as Centrais Sindicais CTB, CUT, FS, UGT, NCST, CSB e Intersindical aprovaram em reunião na última quinta-feira (12/04) um ato de 1º de Maio unitário, de caráter nacional, em Curitiba, para demonstrar apoio ao ex-presidente Lula.

    As circunstâncias que conduziram as entidades nacionais a este ineditismo - nunca houve um ato de Dia do Trabalhador unitário desde a legalização das centrais em 2008 - teve um fator desencadeador que a foi a prisão política de Lula.

  • A posição comum do Fórum é de que "2018 se colocar como um ano histórico para a luta política nacional e este 1º de Maio ganha um simbolismo diferenciado pelas questões em jogo nesta etapa da luta".

  • A pauta do ato incluirá as bandeiras de ordem da classe trabalhadora, com reivindicação de investimento, crescimento econômico e desenvolvimento industrial, contra a privatização do sistema elétrico e pela revogação da reforma trabalhista.

  • São Paulo – As seis centrais sindicais formalmente reconhecidas farão, pela primeira vez, um ato conjunto de 1º de Maio, e exatamente em Curitiba, onde desde sábado (7) está preso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Será uma manifestação de solidariedade, de denúncia internacional – várias entidades serão convidadas – e de apresentação de uma pauta conjunta de reivindicações, a ser inserida no debate eleitoral deste ano.

  • Ele junto com os presidentes da Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Sindicatos Brasileiros e Nova Central repudiaram a prisão do ex-presidente, que aconteceu no sábado (7).

    “(a prisão de Lula) É mais do que um capricho. É uma manobra maniqueísta que tem por objetivo tirar da cena política a principal liderança popular que o país construiu na sua história e que mesmo diante de tamanho ataque sórdido veio se confirmando como figura imbatível na disputa eleitoral. O resultado caminhava para a quinta vitória do povo brasileiro. As elites não poderiam deixar isso acontecer”, avaliou o dirigente.

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