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O PCP condena da forma mais veemente o bárbaro massacre cometido desde há semanas por Israel contra os manifestantes da «Grande Marcha do Retorno», que provocou, apenas no dia de ontem, 14 de Maio, mais de cinquenta mortos e milhares de feridos palestinianos.

A transferência da Embaixada dos Estados Unidos da América para Jerusalém, agora concretizada pela Administração Trump, é uma afronta ao povo palestiniano e aos povos do mundo. Após sete décadas de incumprimento das resoluções da ONU de criação de um Estado Palestiniano em território da Palestina, com capital em Jerusalém; após anos de falsas e vãs negociações de soluções políticas que assegurassem os direitos nacionais do povo Palestiniano – a concretização desta iníqua decisão confirma que os EUA desrespeitam de forma clara o Direito Internacional e as resoluções das Nações Unidas e que não assumem uma posição séria em processos negociais nem na busca de caminhos para a Paz.

Preparados para iniciar a Marcha do Retorno – uma campanha de seis semanas reivindicando a devolução do território usurpado por Israel – milhares de palestinos foram vítimas dos potentes armamentos sionistas que desencadearam uma chuva de balas contra manifestantes desarmados.

Esse covarde massacre infelizmente deverá se repetir enquanto a comunidade internacional não adotar sanções mais enérgicas contra a sanha imperialista de Israel – que há alguns dias havia condenado a adolescente palestina Ahed Tamini a absurdos 8 meses de prisão após esta não aceitar a opressão contra seu povoado. É preciso que o Estado-pária de Israel seja responsabilizado por suas constantes violações aos direitos humanos e que seja pressionado com os dispositivos mais contundentes até que se cumpra na prática o direito de existir da Palestina.

O autêntico massacre deste dia 30 de Março de 2018 espelha a dramática realidade do povo palestiniano. Expulso da sua terra, vivendo sob a ocupação ou espalhado pelos campos de refugiados, vítima permanente de guerras, chacinas e brutais actos de repressão, o povo palestiniano não encontra, da parte da chamada comunidade internacional, qualquer perspectiva de solução política do problema que assegure aquilo que lhe é prometido, desde há sete décadas, em numerosas resoluções das Nações Unidas: a criação de um Estado Palestiniano viável e soberano, em território palestiniano, com Jerusalém Leste como capital, assegurando o direito de regresso dos refugiados.

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