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Registros de violações contra negros, mulheres e pessoas LGBT têm crescido desde o caso emblemático do capoeirista Moa do Katendê, esfaqueado e morto no início do mês por dizer que era contra o candidato do PSL à presidência.

A jovem de 19 anos que usava uma camiseta do movimento #EleNão que foi agredida por três homens em Porto Alegre; o estudante da UFPR (Universidade Federal do Paraná) com boné do MST que foi agredido por um grupo que gritava "Aqui é Bolsonaro!"; a travesti esfaqueada por cerca de cinco homens no Centro de São Paulo, enquanto gritavam “Bolsonaro” e “ele sim”; são alguns exemplos da escalada de violência que presenciamos no país no último período.

O candidato à Presidência da República Fernando Haddad (PT) pediu reação rápida das instituições por “atos intimidatórios” promovidos pela campanha de Jair Bolsonaro (PSL) contra a oposição e jornalistas.

A declaração foi feita nesta segunda-feira (22) em São Paulo (SP), durante agenda do presidenciável com catadores de material reciclável na Cooperativa Coopamare.

Não é de hoje que a grande imprensa brasileira toma partido e interfere em processos eleitorais no Brasil. O caso mais famoso ocorreu em 1989, a dois dias do segundo turno eleitoral, quando a Rede Globo de Televisão editou um debate entre Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Collor de Mello, descontextualizando falas de Lula e exaltando as frases ditas por Collor.

Cerca de 50 representantes das principais torcidas organizadas de futebol do Rio de Janeiro se reuniram na noite da última quinta-feira (18) para uma plenária que celebra a união das arquibancadas contra a perda de direitos e a criminalização de torcidas e movimentos populares. Para Bernard Brito, do Coletivo Tricolores de Esquerda e do Coletivo Torcedores pela Democracia, a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) é sinônimo de mais ações contra as torcidas organizadas.

Contra o ódio e a intolerância, o Brasil merece o nosso sacrifício

Não vou escrever para convencer ninguém a votar em Haddad. Em nosso meio de esquerda temos todos os argumentos para votar nele e não votar no coiso. No entanto, nunca é demais reforçar que temos apenas mais uma semana para ir pra cima e derrotar esta onda antidemocrática, conservadora, de ódio e com postura de viés fascista que tem tomado conta da campanha eleitoral em todo o Brasil. Tudo que dizemos para contestar ou explicar tem uma resposta pronta, vindo das mentiras espalhadas pelas redes sociais em especial pelo Whats App.

A denúncia de que a chapa de Jair Bolsonaro (PSL) recebeu financiamento de R$ 12 milhões para compra de pacotes de envio em massa de mensagens via Whatsapp contrárias ao PT desmascarou uma “quadrilha para fraudar as eleições”. A afirmação da presidenta nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann.

Recém eleita deputada federal pelo estado do Paraná, Hoffman é uma das figuras políticas que constantemente visitam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Nesta quinta (18), após a visita a Lula, a parlamentar concedeu entrevista ao programa Democracia em Rede, transmitido pela Rádio Brasil de Fato e pelo Facebook.

O Brasil de Fato vêm a público repudiar com veemência o mandado de busca e apreensão de milhares de jornais tabloide, do Especial Eleições 2018, cumprido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) neste sábado (20), na sede do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF), na cidade de Macaé (RJ).

Neste sábado (20), policiais e fiscais do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) invadiram a sede do Sindipetro-NF (Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense), em Macaé (RJ), e apreenderam exemplares do tablóide especial sobre as eleições do Brasil de Fato, assim como exemplares do Boletim Nascente, o jornal semanal da entidade.

O Partido dos Trabalhadores repudia as ameaças e ofensas contra jornalistas que vêm sendo feitas por dirigentes e apoiadores da candidatura do deputado fascista Jair Bolsonaro. O PT está solidário a cada jornalista ofendido ou ameaçado, independentemente de seu veículo de comunicação.

Mesmo divergindo das posições políticas e da linha editorial das grandes empresas de comunicação, o PT sempre respeitou o exercício da profissão e o direito de expressão dos jornalistas.

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